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Niterói,
dezembro 2008 - nº 18 |
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Caros alunos, colegas, amigos e colaboradores!
2008 começa a se despedir. E todos já saudamos 2009 com alegria. Nosso semestre letivo foi rico em experiências positivas,
um verdadeiro sucesso em forma de cursos, exposições, palestras e atividades extras! Estamos felizes em poder oferecer ao nosso público
um ensino de qualidade associado à competência e à responsabilidade social, disponibilizando sempre mais conhecimento e cultura para todos. É o que
pretendo com esta última newsletter do ano. Eu e o ICG agradecemos pelo carinho e retribuímos com nossa dedicação e respeito a vocês!
Boas Festas! Frohe Feste!
Cláudia Siqueira
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EXPOSIÇÃO
De 28 de janeiro a 11 de março

ROBERT PREIS:
PINTURA - DESENHO - ESCULTURA
Robert Preis, alemão radicado no
Brasil e ex-docente da UFF, expõe a convite do Espaço Cultural ICG uma
coletânea de seu trabalho personalíssimo e de forte acento germânico. De acordo
com o curador desta mostra, Antonio Machado, a lavra artística do Profº Preis lembra a lendária gráfica crítica da República de Weimar,
na qual a nata da arte alemã utilizou-se do desenho, da pintura e do pensamento
filosófico, tão alemão, para criticar, denunciar e exibir as diferenças
sociais, a corrupção, os abusos do poder e a indiferença dos privilegiados
diante dos problemas advindos desses desequilíbrios. O artista Preis revive a
gráfica crítica na contemporaneidade, sem deixar de ser ingênuo ou até lírico
noutras manifestações de sua arte. A coragem e a sinceridade, aliadas à
plasticidade de gosto moderno, são a tônica de sua obra.
Abertura dia 28 de janeiro de 2009 às 19h.
INFORMAÇÕES: 2714-0979
HORÁRIO de VISITAÇÃO: de segunda a sexta das
8h30 às 21h30 e sábados, das 8h30 às 15h.
LOCAL: Espaço Cultural Instituto Cultural Germânico.
ENDEREÇO: Av. Sete de Setembro, 131, Icaraí, Niterói.
ENTRADA FRANCA
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O ICG convida a todos para sua já tradicional Confraternização de Fim de Ano. Será no dia
13 de dezembro a partir das 19h na sede de Icaraí. Começaremos com o também
sempre aguardado Quizz do Prof°
Luciano, tendo como seqüência uma animada festa capitaneada pelo DJ Paulo
Bahiano e recheada de sorteios variados de brindes e descontos apetitosos para
2009 e, naturalmente, deliciosos comes e bebes. Não perca! Participe! Prestigie
seu curso e sua comunidade!
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As tradicionais Feiras
de Natal dão vida ao inverno na Alemanha. As semanas que antecedem o Natal são
um período muito especial, tanto para o comércio e turismo quanto para a própria vida social do
país, revelando a grande influência religiosa que marca esta data. Com base em
reportagens da DW-WORLD apresentamos aqui alguns dos Weihnachtsmärkte
(mercadinhos de Natal) mais visitados nesta época. Todas receitas você encontra
na seção de culinária do nosso site.
Veja >>> |
Aachen: cidade do Spekulatius
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Milhões de pessoas visitam a feira de Natal da cidade no oeste do estado da Renânia do
Norte-Vestfália. Aachen é famosa por ser a cidade de Carlos Magno. E é na
praça da catedral que se pode experimentar o Reibekuchen (bolinho de
batata ralada), as tradicionais bolachas Spekulatius e Aachener Printen, além das delícias de marzipã.
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Berlin: a feira mais visitada do país
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A capital alemã apresenta diversas feiras de Natal. Uma das mais conhecidas é a
da igreja Kaiser Wilhelm Gedächtniskirche (Igreja Memorial do Imperador
Guilherme). Durante 16 dias, o cheiro de amêndoas torradas e vinho quente toma
conta do ar. A cada ano, mais de quatro milhões de pessoas passam pelo local,
fazendo com que esta seja a feira mais visitada do país.
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Colônia: o maior pinheiro da região do Reno
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O pinheiro de Natal faz jus à grandiosidade da igreja, símbolo da cidade: são 26 metros de altura e 8,5 toneladas. Os organizadores
afirmam que nenhuma outra árvore natalina tem tanta iluminação como a de
Colônia. Há, ainda, outros mercados de Natal na cidade: em frente ao Museu do
Chocolate, a já tradicional e muito visitada feira medieval; a do centro
histórico (Weihnachtsmarkt auf dem Alter Markt); a da praça central Neumarkt; a
da praça Rudolfplatz; a feira flutuante, no navio Wappen
von Köln, e o mais novo mercadinho, no parque Stadtgarten.
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Dresden: a mais antiga feira de Natal da Alemanha
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A capital do estado da Saxônia orgulha-se de ter o mais antigo mercado de
Natal da Alemanha. Fundado em 1434, o Dresdner Striezelmarkt tem seu nome
derivado de Hefestriezel (bolo em forma de trança), que com o passar dos
séculos virou o famoso Dresdner Christstollen,
o bolo de Natal alemão. Típicos da cidade são ainda o Pflaumentoffel, um
boneco da sorte feito com ameixas secas, e a maior Pirâmide de Natal (Weihnachtspyramide) do mundo.
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O que é a WEIHNACHTSPYRAMIDE / A PIRÂMIDE de
NATAL?
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A pirâmide é uma estrutura giratória de madeira em forma de cone, que pode ter vários andares,
decorados com figuras natalinas. O movimento giratório é obtido com o ar quente
das velas acesas em sua base, que impulsiona as hélices no seu topo. São 8 metros de altura e mais de 40 figuras.
A pirâmide de Natal atrai milhares de visitantes a Dresden. Por estar próxima à serra Erzgebirge, Dresden é considerada
"cidade do Natal" por excelência, pois nesta região são fabricados muitos adornos típicos
desta época, principalmente em madeira. Não faltam
também os tradicionais Räuchermänner
(bonecos de madeira em que se coloca incenso), a típica cerâmica azul do Lausitz, as rendas de Plauen e as
bolas de Natal feitas à mão.
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Para ver mais fotos das pirâmides e outros
artefatos típicos clique aqui!
Frankfurt: tradição de mais de 600 anos
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A feira de Natal desta cidade no estado de Hessen tem muito a oferecer. Entre os destaques
do mercado está a gigantesca árvore de Natal iluminada por quatro mil luzes e
sinos dourados. O casario em estilo enxaimel dá um charme ao centro histórico.
O público pode visitar a feira até 21 de dezembro.
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Leipzig: o maior calendário do Advento do mundo
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A feirinha de Natal de Leipzig, no estado da Saxônia, foi montada pela primeira vez em 1767. Como
principal atrativo, está o maior Calendário de Advento do mundo,
na rua Böttchergasse, disposto em uma superfície de 857m². De 1º a 24 de
dezembro, todos os dias às 16h30, é aberta uma das enormes janelas, de 2 por 3 metros. Além disso, são 250 tendas em seis diferentes
mercados espalhados pela cidade.
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Lübeck:
a capital do marzipã
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Lübeck teve a primeira feira de Natal em 1648. A cidade é famosa por ser a capital do
marzipã, pasta feita de amêndoas moídas, açúcar e claras de ovos e
que pode ser moldada em praticamente qualquer formato.
A cidade de Lübeck foi incluída pela Unesco na lista do patrimônio cultural da humanidade por causa de sua notável arquitetura medieval.
E as ruas da "Rainha do Hansa" ganham um ar diferente no período natalino. Até 23 de dezembro, o mercado de Natal oferece ao visitante um mágico passeio.
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1 - Wüsstest du das?!
Você sabia que desde o dia 20 de novembro deste ano passou a existir no mundo virtual mundial uma grande biblioteca européia totalmente a seu dispor?
Só para começar a Biblioteca virtual Europeana conta com 2 milhões de itens digitais,
todos já em domínio público.
É um projeto super-ambicioso da União Européia, o qual pretende disponibilizar obras raras inteiras e antigas edições e para o qual usou as mais modernas
tecnologias para reunir milhões de objetos digitais, como filmes, fotografias, pinturas, arquivos de som, mapas, manuscritos, jornais e, claro, livros.
Até 2010, data em que a Europeana deverá estar operando em sua plenitude, o objetivo é ter 10 milhões de itens disponíveis – um número impressionante, mas uma
gota no oceano se comparado com os 2,5 bilhões de livros nas bibliotecas mais comuns do continente europeu. O tamanho da tarefa é tão gigantesco que até mesmo
a Microsoft, após lançar sua biblioteca online própria no fim de 2006 abandonou o projeto apenas 18 meses depois lançando apenas 750 mil itens digitalizados na rede.
Já o Google, um dos pioneiros nesta área, afirma ter 7 milhões de livros na internet.
Somado à dificuldade inerente da tarefa, o projeto da UE tem por meta operar em 21 línguas, sendo que apenas três delas – inglês, francês e alemão – serão as
mais requisitadas. Em paralelo com a Europeana, Bruxelas investirá 120 milhões de euros em 2009 e 2010 no desenvolvimento de tecnologia digital e outros
40 milhões de euros em ferramentas de tradução. A UE espera que a iniciativa privada invista na idéia e acelere todo o processo. Acontece que o interesse foi
tão grande, que em menos de 24 hs de sua abertura, o site teve que ser retirado do ar por estar saturado de tantos acessos ao mesmo tempo devendo retornar em
meados de dezembro.
Vamos então aguardar ansiosos que mais esta maravilha do mundo moderno esteja ao alcance de nossos cliques!
2 - Saiu na
Deutsche Welle!

Desinformação mútua é comum a Brasil e Alemanha.
Os brasileiros sabem pouco sobre a Alemanha e os alemães sabem pouco sobre o
Brasil. Esta é a temática da reportagem de M. Armin Weichert para a Deutsche
Welle online. Veja um resumo abaixo.
Para correspondentes internacionais, a situação
reflete a escassez de notícias sobre o outro país na imprensa local. No debate sobre
"A imagem do Brasil e da Alemanha na imprensa e na mídia do outro
país", durante o simpósio "As Relações Culturais entre Brasil e
Alemanha", realizado nos dias 24 e 25 de novembro deste ano no Instituto
Goethe de São Paulo, o jornalista Jens Glüsing, da revista Der Spiegel, relatou os resultados de sua enquete
para uma matéria especial sobre a fama dos produtos made in germany no
mundo:"O que você acha de Volkswagen, Mercedes, Bosch, Basf, Bayer?",
provocava Glüsing. "Não, essas são empresas brasileiras" era a
resposta que o jornalista recebia muitas vezes dos entrevistados brasileiros. Ele
atribuiu a reação ao fato de essas empresas já estarem estabelecidas há tanto
tempo no nosso país que as pessoas as identificam como nacionais. Glüsing
lembrou que a primeira menção que recebeu de uma empresa alemã foi à BMW,
montadora ainda sem fábrica por aqui. Sobre a presença do Brasil na imprensa
alemã falou Sílvia Bittencourt, correspondente da Folha de S.Paulo na
Alemanha.
Os dois palestrantes forneceram vários exemplos
que retratam o desinteresse e o desconhecimento mútuo sobre o outro país. Relataram
que são poucos os correspondentes brasileiros na Alemanha, na sua maioria são
apenas colaboradores. E que somente 6% dos correspondentes alemães estão
distribuídos pela América Latina, ou seja, menos que na África. E, ainda, que
80% do material encontrado na mídia alemã sobre o Brasil refere-se basicamente
a jogadores de futebol, as demais matérias focavam apenas clichês e histórias
curiosas. Hitler e o nazismo são os temas mais relacionados à Alemanha,
seguidos pelo ex-piloto de Fórmula 1 Michael Schumacher. O grande momento
recente da Alemanha na mídia brasileira foi em 2006, devido à Copa do Mundo.
Glüsing contou que havia ficado chocado em 2002 com os clichês do nazismo e do
militarismo alemão explorados pela imprensa brasileira para retratar a seleção
alemã quando esta foi à final com o Brasil no mundial do Japão.
Bittencourt, por sua vez, disse que o Brasil
está mais presente na televisão em documentários do que nas notícias e, devido
aos horários de exibição, a audiência costuma ser pequena, daí a percepção de
que o Brasil aparece nas telinhas menos do que de fato aparece.
A correspondente da Folha de S.Paulo destacou
que o Brasil tem ganhado maior atenção na imprensa escrita, já que o Brasil tem
aparecido geralmente dentro de matérias que não tratam exclusivamente do país,
mas nas quais há sempre referências ao nosso país relacionado à crise
financeira mundial e às questões energéticas, por conta dos discursos do
presidente brasileiro, do etanol e outros biocombustíveis, bandeiras levantadas
pelo Brasil de Lula. Bittencourt acrescentou ainda que foi a partir da eleição
de Lula em 2002 que a imprensa alemã passou a acompanhar mais o Brasil, a sua
política e o seu crescimento econômico dos últimos anos.
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